Post temporário
Membrana essa que é a retina, retendo das noites da minha vida as raras estrelas que perduram; tela escurecida pela solidão, que de repente se ilumina. Os anos passam e tudo se consome, menos o gesto congelado. Um gesto parou no ar. Relâmpagos. Imóvel, antecipando minha aurora de outono, encanto quebrado, tudo inútil... E teria sido tão fácil: a mim bastava ficar contigo, mais um minuto, num último abraço entre lençóis manchados. Não pedi flores. Nem café. Só um ADEUS decente


1 Comments:
Oi Rô...pow..decidi passar por aki e sinceramente...não me arrependo...Vc escreve mto bem mew....jah tinha lido alguns poemas teu..mas isso aki...pow! mto bom msmo!!Parabéns!!
bjão...se cuida.
ps: "a arte da vida cionsiste em fazer da vida uma obra de arte"( Gandhi)
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