Funeral Blues
A quem interessar possa, amanhã eu traduzo. Hoje não porque tenho que dormir, mas queria logo postar esse texto.
Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.
Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message She is Dead.
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.
She was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last forever: I was wrong.
The stars are not wanted now; put out every one,
Pack up the moon and dismantle the sun,
Pour away the ocean and sweep up the woods;
For nothing now can ever come to any good.
Pronto, tô traduzindo. Brigadão pela fonte, Mattuza! Show de bola!
Parem todos os relógios, cortem o telefone,
Impeçam o cão de latir com seu osso suculento,
Silenciem os pianos e abafem os tambores
Tragam o caixão, deixem os celebrantes passarem.
Deixem os aviões circularem lamentando-se ao alto
Rabiscando no céu a mensagem "Ela está morta"
Coloquem arcos negros em torno dos pescoços brancos dos pombos,
Deixem os guardas de trânsito vestirem luvas de algodão
Ela era meu Norte, meu Sul, meu Leste e meu Oeste,
Meu trabalho da semana e meu descanso de domingo,
Meu meio-dia, minha meia-noite, minha conversa, minha música,
Eu pensei que o amor durasse pra sempre: Eu estava errado
As estrelas não são bem-vindas agora; retirem cada uma,
Embrulhem a lua e desarmem o sol,
Deixem vazar o oceano e varram as florestas;
Pois nada agora pode trazer algo de bom.


1 Comments:
Saudades enormes das atualizações deste blog
Te amo primo
=****
Postar um comentário
<< Home